futuro

Olhar de novo o tempo que se fez esquecer, deixando dominar o quotidiano por uma rotina esmagadora, pulsante, vibrante, enquanto a mente tergiversa por pensamentos não ditos, por livros a ler parados na prateleira, por livros a escrever que vão sendo adiados, ao mesmo tempo que o Verão se esfuma num início de Outono frio, ao mesmo tempo da acumulação de nuvens mais densas, espessas, a claridade é substituída por uma escuridão cinzenta, a par de uma tristeza e nostalgia por realizar algo de novo, que não sucede, acontece, e se vislumbra.
© Ruben P. Ferreira

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