A Portrait

Depois dos jornais e revistas de ‘segunda-feira’ lidos – um resumo espesso da semana anterior – apetece-me escrever poemas. Desafiar o estado normal e aparente da consciência e tentar fazer mnemónicas com palavras de espada empunhada, um fio de corte num sussurro ciciado, uma ruptura inventada com a evocada fímbria dos aventureiros que partem à descoberta. Com a esperança continuada de, sempre que possível, conseguir destabilizar tanto a mim próprio como aos que me escutam.
© Ruben P. Ferreira

 

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