Arquitectura japonesa na OA


Está desde ontem aberta ao púlbico na sede da Ordem dos Arquitectos, a exposição de arquitectura japonesa, intitulada, «Processo (In)visível». Até 29 de Junho, e integrada num programa mensal de actividades culturais dedicadas exclusivamente à arquitectura nipónica, «Processo (In)visível» procura mostrar como se desenvolve um projecto de arquitectura desde a sua primeira ideia até à sua realização (e/ou construção). Foram assim escolhidas duas gerações distintas de arquitectos japoneses, com a intenção de apresentar propostas diversificadas e esclarecedoras. Os arquitectos representados são: Kengo Kuma (nascido a 1954), Jun Aoki (1956), Kazuhiro Kojima (1958) + Kazuko Akamatsu (1968), Tetsuo Furuichi, Masahiro Harada (1973) + Mao Harada (1976), Kazuyasu Kochi (1973), Sou Fujimoto, Jun Igarashi (1970), Kimiko Inui (1969) e Hiroshi Sambuichi (1968). A exposição é complementada com um ciclo de conferências a 1, 2, 4 e 29 de Junho (auditório da sede da Ordem), que trará a Lisboa sete arquitectos japoneses para falar da sua prática e da sua sua obra. «Processo (In)visível» é uma ideia original dos arquitectos portugueses, Francisco Spratley e Tiago Borges, e japoneses, Yoshihide Kobanawa (curador da exposição) e Kaoru Fujii, que trabalham em Barcelona, tem o apoio da Secção Regional Sul da Ordem dos Arquitectos e da Fundação Japão, através da Embaixada daquele país em Portugal. O Conselho Regional de Admissão atribuirá um crédito por conferência aos arquitectos estagiários presentes. Mais informações aqui. A seguir, o programa, iniciado ontem com uma conferência de Tetsuo Furuichi e uma experiência gastronómica com Tomo San (há quem ainda esteja a salivar):
2 de Junho
19.30h Conferência de Sou Fujimoto
4 de Junho
19.30h Conferência de CAt ( Kazuhiro Kojima+ kazulo Akamatsu),
20.45h Conferência de Mount Fuji Architects Studio (Masahiro Harada+ Mao
Harada)
29 de Junho
19.30h Conferência de Hiroshi Sambuichi

 

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