
Quem, como eu, ouvisse Luca Lunardini, presidente da câmara (Mayor) de Viareggio nos telejornais da manhã portugueses (e mundiais, portanto), sem ter lido ou ouvido mais nada, não acreditaria que o número de mortos, feridos e desaparecidos reais fosse tão grande. Ficaria com a ideia de que sim, de facto, um vagão explodiu, e houve quem tivesse sido afectado, mas nada de grave. Aliás, apenas a algum custo, e já no final da sua exposição, é que o dito senhor confessou estar-se perante uma tragédia. Esclarecedora, esta 'ditadura' do relativismo. Desenvolvimentos aqui, aqui, aqui e aqui.
