Livros




Tenho entre mãos a «História das coisas banais», de Daniel Roche (Teorema), que remete para a «Lettre sur L’enthousiasme», de Shafestbury (Le Livre de Poche, Classiques de Poche). Se o primeiro é um estudo sobre a Produção e o Consumo e a Vida Corrente, o segundo é uma confissão desesperada de que uma vida entusiasmante é necessária para que não sejamos todos candidatos à depressão. Por outro lado, acabei de ler um livro extraordinário sobre o que andamos a pensar, e mais não digo, tenho na prateleira em modo de fuga para a frente – traduzindo, tens de o ler entre hoje e amanhã, senão tens um problema, um romance dual. Posso dizer também que, a reunir aos dois volumes iniciais, tenho andado a consultar e a ler nas entrelinhas, enquanto não passam ao escrutínio definitivo, «O Arquipélago de Sangue – As atrocidades cometidas pelo Ocidente em nome da Democracia e da Liberdade», de N. Chomsky e E. Herman (Ática) e, «Estética da Arquitectura», de Roger Scruton (Edições 70). Por fim, já li e reli duas vezes, «Em busca da Identidade – o desnorte», de José Gil, que tem passado um pouco despercebido. Dito isto, é natural ter pouco tempo para reflectir sobre o Primeiro Fórum do jornal i, que contou com a presença de muitos notáveis a discutir alta finança e o twitter – quem não perceber a ligação, cultive-se. A seguir, algumas considerações.

 

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