A semana começa com a décima comemoração dos atentados de 11 de Setembro de 2001. Um dia que marcou uma impressão profunda na mente de cada um, num início de século onde a ideia de uma terceira guerra mundial foi absorvida pela capitulação dos seus pressupostos. Toda a gente sabe onde estava naquele dia, o que fez. A razão é óbvia. Parecia tudo bem, a base da aparência, de quem engana, é esta mesma, que estava tudo no lugar correcto quando aquilo aconteceu, quando na realidade já estava tudo mal. A capitulação é um dado adquirido da falência do que é descrito como uma evidência, e a esperança latente do novo mundo, num século novo, foi abaixo à mesma velocidade da queda dos dois edifícios. Um evento entre muitos que anunciou ao mundo uma verdade absoluta: vivemos dias de ultimato. Sinais caracterizadores, como aqueles, definem literalmente, sem simbolismos, sintomas. Acredite-se ou não, o terrorismo, tal como a guerra, as mortes enunciadas e injustas, são uma confirmação de que a natureza das coisas conhecidas é una, incapaz de se autonomizar com poder suficiente para a resolução definitiva da maldade. Abram-se os olhos, é preciso observar, perceber, e agir de acordo. A dificuldade maior relaciona-se com a agilidade mental, que é muitas vezes tomada como garantia única para chegar a uma conclusão credível, que muitas vezes é também a justificação para tudo, por meras palavras, como se as palavras do homem pudessem solucionar as questões. Isso denota falta de senso. De responsabilidade, de entendimento, de capacidade de encontro da ideia de que somos uma partícula. Isto é muito mais do que se nos quer fazer parecer. É um momento em que o mal e o bem se confrontam. É por isso que é importante ter as pálpebras bem abertas. (Mateus 24:3,7,8)
A semana começa com a décima comemoração dos atentados de 11 de Setembro de 2001. Um dia que marcou uma impressão profunda na mente de cada um, num início de século onde a ideia de uma terceira guerra mundial foi absorvida pela capitulação dos seus pressupostos. Toda a gente sabe onde estava naquele dia, o que fez. A razão é óbvia. Parecia tudo bem, a base da aparência, de quem engana, é esta mesma, que estava tudo no lugar correcto quando aquilo aconteceu, quando na realidade já estava tudo mal. A capitulação é um dado adquirido da falência do que é descrito como uma evidência, e a esperança latente do novo mundo, num século novo, foi abaixo à mesma velocidade da queda dos dois edifícios. Um evento entre muitos que anunciou ao mundo uma verdade absoluta: vivemos dias de ultimato. Sinais caracterizadores, como aqueles, definem literalmente, sem simbolismos, sintomas. Acredite-se ou não, o terrorismo, tal como a guerra, as mortes enunciadas e injustas, são uma confirmação de que a natureza das coisas conhecidas é una, incapaz de se autonomizar com poder suficiente para a resolução definitiva da maldade. Abram-se os olhos, é preciso observar, perceber, e agir de acordo. A dificuldade maior relaciona-se com a agilidade mental, que é muitas vezes tomada como garantia única para chegar a uma conclusão credível, que muitas vezes é também a justificação para tudo, por meras palavras, como se as palavras do homem pudessem solucionar as questões. Isso denota falta de senso. De responsabilidade, de entendimento, de capacidade de encontro da ideia de que somos uma partícula. Isto é muito mais do que se nos quer fazer parecer. É um momento em que o mal e o bem se confrontam. É por isso que é importante ter as pálpebras bem abertas. (Mateus 24:3,7,8)
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